No início, a produção de whisky era artesanal e caseira, algo comum entre os proprietários de fazendas, pois o destilado era utilizado como moeda de troca. Conforme a bebida começou a cair no gosto dos consumidores. Conhecida como aqua vitae ou “água da vida” em gaélica, ela passou de remédio para curar mal olhado e remédio para uma das bebidas mais apreciadas do mundo.

Para produzi-lo é preciso que a bebida passe por vários processos: maltagem, moagem, maceração, fermentação, destilação e envelhecimento, sendo o último de extrema importância para o líquido ser aromatizado. A Escócia tem as condições climáticas ideais para a produção de whisky. A temperatura e a umidade provenientes das chuvas colaboram para seu envelhecimento.

O modo de fabricação de um whisky denomina o seu estilo, por exemplo o estilo de destilado filtrado em carvão bordo de açúcar é conhecido como Bourbon e quando o destilado passa por uma camada de três metros de carvão de madeira e amadurecido em barris de carvalho branco é um Tennessee.

Apesar de ser comumente consumido ao estilo cowboy, quando não se acrescenta nada, nem mesmo gelo, à mistura, os whiskys devem ser degustados em 2/3 de água. Isso porque o destilado fica muito tempo parado na garrafa e precisa do oxigênio e de água para poder liberar seus aromas.

Por ser uma bebida aromática e saborosa, ela conquistou até mesmo o paladar feminino e ganhou versões que amenizam o gosto amargo do whisky, como a produção do Jack Daniels Tennessee Honey, um destilado com sabor suave de mel.

A bebida forte ainda tem dificuldades de ser levado à mesa acompanhando um prato, mas nem por isso deve ser deixado de lado. Ele ainda pode ser usado no preparo de alimentos como arenque defumado, cavala apimentada, bacon, doce de maçã e a sobremesa crème brûlée.